segunda-feira, 4 de junho de 2012

Aquele dia não era diferente. Um dia de chuva comum. Sentada na poltrona, vendo os pingos grudarem no vidro da janela. Ela nunca se sentira tão só. Como queria ter asas e voar junto das borboletas, voar sobre o mar talvez. Aliviar seus problemas, seus temores. Queria se sentir livre dessa prisão. Sim, a vida para ela era uma prisão. Ela desejava mergulhar no silêncio interior. Ouvir o cantar dos pássaros e pensar, realmente o que devia fazer. A vida estava complicada. Estava sofrendo e parecia não haver ningúem com que compartilhar suas dores. Seus olhos não tinham mais lágrimas, elas secaram, eles se calaram. Sua única esperança,fosse acordar em outro lugar. Um lugar, onde não sofresse, apenas fosse feliz … 

Nenhum comentário:

Postar um comentário