sábado, 2 de junho de 2012


Sinto que vivo dias tristes de domingo…
Lugares vazios, caminhos desertos, sem ruídos ou sons. Como se o mundo tivesse acabado, como se todas as pessoas estivessem mortas, como se eu fosse o único sobrevivente…
Como se tivesse perdido a capacidade de falar e de sorrir, só podia ver e escutar cenas torturantes, palavras como pontadas de faca. Estava ali no mundo da solidão […] de fato ainda estou. Cada vez que você se afastava meu nome ia sendo apagado, meu nome estava escrito a giz… O que sempre fez a minha alma sorrir nesses últimos dias era te ver, daquele mesmo jeitinho, aquele jeito que me conquistou.

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